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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Mandala 4 Elementos

Mandala 4 elementos
pintada no vidro de 3mm com 25cm de diâmetro




Petra Mística
colorindo seu astral



segunda-feira, 28 de abril de 2008

Mandala Flor da Vida

Este símbolo é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se "A Flor da Vida".Na verdade, segundo foi revelado a Drunvalo, o símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, menos aqui! (risos…).

Cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece esse padrão. Ele é o padrão da criação e da vida, em todo lugar.

Na verdade, segundo Drunvalo, não há nenhum conhecimento, absolutamente nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida.
Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida por Flor da Vida. Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais.

O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA. Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e se encontra por trás de toda a estrutura da própria realidade.

Todos os harmônicos da luz, do som e da música se encontram nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias.

Drunvalo inicialmente recebeu a informação de que o símbolo da Flor da Vida se encontrava inscrito nos tetos do Templo de Osíris, em Abidos, no Egito.Sabemos hoje que o símbolo da Flor da Vida também foi encontrado em Massada (Israel), no Monte Sinai, no Japão, China, India e Espanha
fonte:www.flordavida.com.br

Mandala pintada no vidro de 3mm com 25 cm de diâmetro
Pintura Vitral


www.petramistica.com

Colorindo seu astral


segunda-feira, 3 de março de 2008

Luminária a Vela




luminária pintada no vidro de 3mm, com 20x10cm

Chakra da Coroa - 7 chakra - Está acima do topo da cabeça. Ele está conectado com a glândula pituitária que governa as outras glândulas, concernente ao conhecimento, sabedoria e intuição. Por onde se atinge planos mais elevados de consciência. Onde encontramos o nosso verdadeiro ser, onde sentimos o Divino. Este centro recebe raios solares, juntamente com o centro da raiz, ficamos polarizados entre o Sol e a Terra. É o centro do mais Alto Eu. Em sânscrito Sahashara Chakra. Este centro pode ser estimulado pelo uso de flautas, harpas, sinos, ou seja, sons angelicais.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

sábado, 26 de janeiro de 2008

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Mini Mandalas

www.petramistica.com



Mini Mandalas pintadas no acrílico de 2mm com 9 cm de diâmetro
Encomendas pelo e-mail: @sercomtel.com.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Mandala Astrológica

www.petramistica.com



Mandala Astrológica (pintada no vidro de 3mm com 19 cm de diâmetro) ॐ

Encomendas pelo e-mail: petrica@sercomtel.com.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Mandala Om Mani PadMe Hum

Mandala Om Mani PadMe Hum (pintada no vidro de 3mm com 20 cm de diâmetro)



OM Mani Padme Hum


O Tibet, considerado um país “mágico”, que preserva e respeita as práticas de Mantram, não faz desse instrumento objeto de comércio, nem simplesmente os utilizam para benefícios pessoais.
No Tibet, o Mantra é um meio para criarmos uma realidade mental de iluminação। A utilização do som faz nascer algo na mente e conseqüentemente no plano material, porque aquilo que a pessoa pensa, tende a se realizar na matéria, Buda diz: “O homem é aquilo que ele pensa.” O Mantra, portanto para o tibetano, tem uma força incrível. Somente quando o Tibet foi invadido pelos chineses e os monges exilados em vários países, é que esta tradição, até então secreta, se espalhou pelo mundo.


No Tibet do passado, os homens davam muita importância para aquilo que eles falavam, comunicavam e pensavam. Hoje, nos ensinam os Lamas, a TV, o Rádio, os jornais e nas pregações, as palavras são “jogadas ao vento”, as palavras muitas vezes se referem a aspectos mais perversos como por exemplo: besta quadrada – que é o quadrado, o limite, a besta que é o próprio mal. Quinto dos infernos – que é o pentagrama (estrela de cinco pontas) ao contrário. Desgraçado - sem a graça de Deus; desanimados –dês sem ânima - alma sem alma. Coitado – nascido de coito; enfim, as palavras hoje muitas vezes tem essa perversidade.
Os tibetanos mantêm a tradição de palavra viva que é a ciência do Mantra. Cada letra do Mantra para o tibetano é tratada com devoção, como algo muito precioso, como uma jóia.
O Mantra mais forte e utilizado de toda a tradição tibetana, é o Mantra OM Mani Padme Hum.
Helena P. Blavatsky ensina que “Om Mani Padme Hum (os tibetanos pronunciam Om Mani Peme Hum), é associado ao bodhisattva da compaixão, Avalokiteshvara. Nesse Mantra, a sílaba Om representa a presença física de todos os buddhas. A palavra sânscrita Mani, jóia, simboliza a jóia da compaixão de Avalokiteshvara, capaz de realizar todos os desejos”.. A palavra Padme significa Lótus, a bela flor que nasce no lodo; do mesmo modo, devemos superar o lodo das negatividades e desabrochar as qualidades positivas. A sílaba Hum, representando a mente iluminada, encerra o Mantra. Assim a frase mística (Om Mani Padme Hum), quando corretamente compreendida, em vez de traduzida por palavras quase vazias de sentido como (Oh! A Jóia do Lótus!), contém uma alusão a esta indissolúvel união entre o homem e o Universo, interpretada de sete maneiras diferentes, com a possibilidade de sete distintas aplicações a outros tantos planos de pensamento e ação. Escolhemos como por exemplo a fórmula (Om Mani Padme Hum) por causa do seu poder quase infinito nos lábios de um Adepto, e de sua potencialidade quando pronunciada por um homem qualquer”.

Estudemos o mantra OM Mani Padme Hum (Tibetano) em 4 partes.



Om (o mestre do som)


O OM, para o tibetano, dissolve o intelecto e a mente. Ele é o alto de uma pirâmide, a própria consciência, a luz, o som da iluminação, desperta nossa Terra, (sensação), água, (sentimento), fogo, (ação) e o ar, (pensamento).
Representa também Brahma, que é a mente universal. A vocalização ou a mentalização do OM, liberta de tudo aquilo que precisa ser libertado, é o som que afasta o apego. O OM conforme foi estudado no capítulo OM, a mãe de tudo faz parte de várias culturas, um dos nomes de Deus que mais aparece na Bíblia Judaica/ Cristã, é Adonai que significa Adon – Deus, Ai-meu Deus; e nós vamos encontrar na palavra Adon, o OM. Pitágoras, que utilizava o OM, chamava-o de harmonia das esferas, dizia que “cada som tem um corpo sutil, um corpo de vibração de ritmo e de átomos”.
Os tibetanos, na mentalização ou na vocalização do som OM, acreditam que seja necessária concentração. Este som não pode ser produzido mecanicamente. Muitos alunos já me perguntaram se simplesmente escutar um Mantra num CD ou Rádio daria a consciência. Acredito que o importante não é que o Mantra esteja no teu ouvido, mas no coração e na mente.

Embora seja expresso pela mente ou pela boca, o som vem do coração. Os tibetanos não aceitam que os Mantram sejam superstições, nem que sejam fórmulas mágicas e nem que o poder deles venha do psíquico do praticante ou que os “feiticeiros” usem os Mantram para conseguir algo.
No Tibet se dá muita importância para a Iniciação e a prática contínua do Mantra, espera-se que quando o Mantra é passado, que não seja um conhecimento teórico e sim algo para ser praticado. O estudo de muitos Mantram, segundo os tibetanos, foi uma das causas da queda da tradição mântrica. As pessoas estudavam, estudavam, mas não praticavam, não buscavam a “imortalidade da alma” através desta prática.
Para Buda, e praticantes budistas o OM protege, afasta muitos perigos e cria condições benéficas. Mas, muitas vezes, o Mantra não protege o homem de outro homem, da crueldade de outro homem. Tanto é assim, que todos os iluminados praticantes foram mortos pelo homem, porque o homem tem o livre arbítrio, ele tem um direito de agir como preferir.O Mantra, portanto, não pode proteger o homem do próprio homem. (Medite nisso). Os índios que tinham conhecimento mântrico e de fé foram mortos aos milhares, negros africanos, com alta magia, foram mortos, os rabinos na segunda guerra mundial e estudantes de Kabbalah foram mortos pela crueldade do homem, mas o Mantra impede de ficarmos depressivos, melancólicos, tristes.
O Mantra permite que tenhamos um renascimento feliz, aliás, essa é uma das principais utilizações do Mantra OM dentro do Tibet: A busca por um renascimento num mundo favorável, porque, segundo os tibetanos uma pessoa pode reencarnar no que é chamado de inferno, também como elementais da Terra, que são plantas, pedras, enfim, como animais, como pessoas ou como “Devas” (anjos), que são seres que não têm corpo, é a ressurreição que Cristo tanto falava, tu não és mais corpo e tu passas a ser, digamos, simplesmente a tua alma, sem corpo físico. Reencarnação é voltar para o corpo e ressurreição é passear, viajar. Enfim, como uma alma, voltar ou não a carne, é uma opção.
O OM nos ensina a meditarmos no som, no ritmo tranqüilo que é a devoção chamada de Bhakti.
- “A essência de todos os seres é a Terra.”
- “A essência da Terra é a água.”
- “A essência da água são as plantas.”
- “A essência das plantas é o homem.”
- “A essência do homem é o verbo.”
- “A essência do homem é o conhecimento sagrado (Rigveda).”
- “A essência do conhecimento sagrado é a música divina (Sámaveda).”
- “A essência da música divina é o OM.”

Mani
O Mani é o som da transformação. É considerado a jóia da mente ou a pedra filosofal, que nos dá a eternidade. Dentro do simbolismo OM Mani Padme Hum, Mani representa uma jóia brilhante, cintilante, perfeita, é considerado também como um cedro iluminado, que no Tibet é chamado de Vajra, que é o diamante da nossa própria mente e o que há de mais consciente nela.
Textos Pali budistas dizem que todas as coisas são precedidas, dirigidas, e criadas pela mente e Mani seria uma mente mais sutil, refinada, compaixão que é a preocupação com todas as pessoas e seres vivos. A tolerância.
O Mani cria a união com todos os seres, cria um Rúpa (forma). Karma Rúpa é o nome de uma forma de pensamento muitas vezes perversa ou egoísta e que pode, segundo as tradições esotéricas, criar um elemento conhecido como “miasma”, ou “encosto”, “obsessor” – um padrão negativo. O Mani atua como ecologia mental, criando um deva rúpa (anjo da mente). O som Mani atua no nosso manas, que é a nossa mente.
O Mani representa o voto do Bodhisatiwa, um ser que escolhe o caminho de auxiliar todos os seres vivos।


Padme ou Padma

Padme representa, a flor de Lótus. Ela nasce nos momentos onde há mais sujeira, mais dificuldade. Nasce da escuridão, abre suas flores somente após ter subido além da superfície do lodo.

Padme ou Padma, ultrapassa este mundo. Existem pessoas que dizem “eu já passei por esta ou por aquela situação”. Já passou mas não ultrapassou, por isso que a situação vive se repetindo e esse som Padme é exatamente ultrapassar. Esse som representa a flor de Lótus que nasce. E cria emoções legais, o que é muito útil para as pessoas que têm dificuldades em lidar com as próprias emoções.

Esse som confere iluminação ao corpo emocional, sensorial, perceptivos, formações kármicas negativas e a iluminação da própria consciência। Também, segundo heremitas meditadores, permite que viajemos no barco do Todol que é um guia na vida após esta vida, no mundo vindouro. No Tibet, não se fala em vida ou morte, só existe a vida, as pessoas nunca nascem e nunca morrem, elas estão “aqui” depois estão “lá”, enfim, esse som facilita nossa passagem para outros mundos. Físicos ou não.


Hum – Exorcizando tuas sombras
Hum é representado como um som de limpeza, um grito de limpeza, um desafio a tudo aquilo que não é legal, aos nossos inimigos que, para alguns, são os pensamentos perversos, para outros são seres malignos, para outros, a ignorância e, para mim, o maior inimigo que temos é o ódio por qualquer ser e por nós mesmos.
O Hum significa o espírito solto para voar, a libertação de tudo aquilo que não faz parte da nossa própria alma. O Hum é universal, total; a descida da eternidade para o nosso coração. O OM é o infinito e o Hum é o finito. Ambos são importantes, mas podemos dizer que o OM também é o meio para compreender o próprio Hum. A eternidade faz com que compreendamos o nosso próprio corpo, por isso o Hum é considerado como se fosse a matéria, como Buda tocando a própria Terra, a nossa mãe Terra, Gaia.

sábado, 5 de janeiro de 2008

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Porta Revista

Pintura em Madeira


Mandala Nosce Te Ipsun



Mandala "Nosce Te Ipsun"

Conhecimento de si mesmo. [Nosce te ipsum]. Conceito que se encontra inscrito no pórtico do Santuário de Delfos, em grego: "Gnôthi seauton" e que significa: "Conhece-te a ti próprio", estrutura moral da filosofia de Sócrates, na sua escola maiêutica.

(a mandala pintada no espelho é para refletir a própria pessoa que está olhando)